Nem sempre o maior prejuízo é pagar mais caro.
Às vezes, o maior prejuízo é pagar por algo que não deveria ter sido feito daquela forma.
No mercado gráfico, muitos materiais diferentes podem parecer semelhantes à primeira vista. Uma lona, um adesivo, uma placa em PS ou acrílico podem ter aparência parecida em uma imagem ou em um layout aprovado na tela.
Mas o comportamento deles ao longo do tempo é completamente diferente.
Cada material tem uma finalidade específica.
E quando essa finalidade não é respeitada, o problema não aparece no início. Ele aparece depois.
Uma lona pode funcionar perfeitamente bem em determinadas aplicações, mas não em outras.
Um adesivo pode ter excelente desempenho em ambiente interno, mas não ter sido projetado para exposição contínua ao sol.
Uma placa em PS pode ter um ótimo resultado visual inicial, mas não oferecer a resistência necessária em determinadas condições.
Nada disso significa que o material é ruim.
Significa apenas que ele não era o mais adequado para aquela situação.
O que acontece com frequência é que a escolha é feita com base em aparência, prazo ou custo imediato.
Esses fatores são importantes, mas não são os únicos que deveriam orientar a decisão.
Porque quando o material não corresponde ao uso real, o custo não é apenas o valor pago inicialmente.
Existe o custo da substituição.
Existe o custo do retrabalho.
Existe o custo do tempo perdido.
E, muitas vezes, existe o custo invisível da imagem.
Um material gráfico não é apenas algo que ocupa um espaço físico.
Ele representa um negócio.
Por isso, a escolha correta não é necessariamente a mais barata nem a mais rápida.
É a que considera o uso real, o ambiente e a expectativa ao longo do tempo.
Quando isso é levado em conta desde o início, o material cumpre sua função com previsibilidade.
E o resultado deixa de depender da sorte.
Passa a depender de uma decisão feita com critério.
